segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

SEJA UM PARCEIRO DO ESPETÁCULO INFANTIL "O REI CARECA"




Contribuinte pode destinar parte do IR à projetos do O Rei Careca:


Pessoas físicas e jurídicas podem destinar parte do imposto de renda para projetos ligados ao espetáculo infantil O Rei Careca. Pela Lei Rouanet, qualquer pessoa física pode doar até 6% do valor devido ao imposto de renda por ano. O valor será totalmente restituído no momento do cálculo da declaração anual. Para as pessoas jurídicas, o valor que pode ser doado é de 4%.



SEJA UM PARCEIRO E APOIE UM DE NOSSOS PROJETOS.


Como Doar:
Pessoa Física:
Pelas regras da Lei Rouanet, toda pessoa física que tem Imposto de Renda a recolher pode doar até 6% do valor a ser pago e ter abatimento integral deste valor no imposto devido. A Declaração de Ajuste Anual deve ser no modelo completo.

O processo é muito simples: você faz a doação no valor de 6% do Imposto de Renda a recolher e recebe em seu endereço o recibo a ser apresentado com a declaração de Imposto de Renda.

SIMULADOR
Para saber quanto você pode doar, clique no link abaixo para simular no site da Receita Federal o valor do seu imposto de renda 2013. 6% do valor que aparecer no item 4 (Imposto) poderá ser doado ao Rei Careca. Você pode preencher o valor da doação no item 5 (Dedução de Incentivo) para saber o valor final do seu imposto. Se você tem imposto retido na fonte receberá o valor doado na próxima restituição.


Passo a passo da doação de Pessoa Física
- Verifique pelo Simulador o valor da sua doação com isenção fiscal de 100%. Este valor será destinado Aos projetos do espetáculo O Rei Careca.

Pessoas Jurídicas:
A Lei Rouanet também prevê a doação como Pessoa Jurídica, com limite de 4% do imposto devido sobre lucro real. O Rei Careca tem um plano de contrapartidas para cada faixa de doação de empresas.

Se você ficou interessado em contribuir para ampliar novos projetos de apresentação do espetáculo infantil O Rei Careca, entre em contato conosco pelo correio eletrônico oreicareca@gmail.com.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Existe Diálogo em São Paulo. Um exemplo que Belo Horizonte Deveria Copiar

“Levantamos a tampa, é o momento de tirar a pressão da panela”, foi essa a expressão utilizada pelo secretário de Cultura de São Paulo, Juca Ferreira, frente a grande demanda por voz e participação que se pode observar no encontro que marcou o lançamento do programa#existediálogoemSP, realizado no último dia 5, no Centro Cultural São Paulo – CCSP.

Cerca de mil pessoas lotaram a Sala Adoniran Barbosa e, embora o evento, programado para terminar às 21h, tenha se estendido até às 22h, nem todos queriam ter a palavra puderam ser ouvidas pelo secretário. “Este é apenas um primeiro encontro, realizaremos outros”, disse Ferreira, que já ocupou a pasta do Ministério da Cultura – MinC, após a gestão do ex-ministro Gilberto Gil.

Pessoas de diversos setores da cultura estiveram presentes, do teatro e da dança ao hip-hop e o cinema. Também questões como gênero e idade pautaram as discussões e, segundo o secretário, serão critérios presentes na construção das políticas públicas de cultura da cidade de São Paulo. O público presente demandou maior atenção às culturas negra e indígena, obtendo como resposta do secretário o compromisso de que cada cultura tenha seu valor reconhecido. Ferreira, no entanto, disse não pretender focar as políticas públicas em recortes culturais específicos, mas fortalecer a pluralidade de culturas de São Paulo, composta por populações de diversas partes do Brasil e do mundo.

Entre muitos outros temas, o público quis colocar para o secretário seus pontos de vista e suas demandas sobre o programa Valorização de Iniciativas Culturais – VAI, sobre a utilização de equipamentos como os Centros Educacionais Unificados – CEUs e sobre a valorização dos profissionais do Programa Vocacional e do Programa de Iniciação Artística – PIÁ. A questão da mobilidade urbana, para que a população possa usufruir da cultura produzida em toda a cidade, também foi discutida, além da regulamentação da arte de rua e do uso dos espaços públicos para a convivência e para as manifestações culturais.

Outros temas foram o investimento em cultura no centro e nas periferias e a ampliação do orçamento da Secretaria Municipal de Cultura – SMC. Este último, reafirmou o secretário, foi um dos compromissos de campanha do atual prefeito Fernando Haddad, que deverá ampliar para 2% do orçamento municipal o valor destinado à cultura.

Programa de diálogo

A nova gestão da SMC capitaneada por Ferreira promete basear-se em processo de diálogo permanente, tanto com a população quanto com as demais secretarias municipais. Durante o encontro no CCSP, o secretário criticou a gestão presa a “caixinhas”. “Houve tempo no Brasil em que se a saúva estava voando era problema de um ministério, se a saúva estava no chão era problema de outro e os dois não conversavam”, brincou. Questionado sobre a questão da mobilidade, por exemplo, o secretário disse estar o trânsito da cidade além de sua alçada, mas comprometeu-se a estabelecer um diálogo próximo com os demais secretários municipais.

Destaca-se, nesse processo de diálogo, a integração do setor da cultura no processo de revisão do Plano Diretor, para o qual o secretário convidou os movimentos culturais da cidade a participar. Além disso, a SMC também apresentou como metas para 2013 a instalação de um novo Conselho Municipal de Cultura, articulado setorial, territorial e transversalmente, e a elaboração de um Plano Municipal de Cultura, que deverá orientar as políticas públicas para os próximos dez anos. Ambos os mecanismos são requisitos para a integração ao Sistema Nacional de Cultura – SNC.

Confira a íntegra do encontro

Transmitido em tempo real pela Pós TV, a gravação de todo o encontro foi disponibilizada no canal do CCSP no YouTube. Confira, abaixo, o vídeo, dividido em três partes.

#existediálogoemSP – parte 1



#existediálogoemSP – parte 2



#existediálogoemSP – parte 3



Fonte Bernardo Vianna / blog Acesso

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Calvície atormenta rei e diverte crianças no espetáculo 'O Rei Careca', em cartaz em BH

Há quem diga que os carecas não precisam se preocupar com os cabelos grisalhos, a condição de perder os cabelos ainda incomoda muitos homens e é aí que a realidade e a ficção se misturam.
Tem mulher que diz até que é dos carecas que elas gostam mais.

É assim também com o Rei Baldônio II, frustrado por acreditar ser o único rei careca de todo o mundo, ele faz de tudo para os cabelos nascerem.
A história que poderia ser de qualquer homem é uma comédia infantil que está em cartaz na campanha de popularização.

Este foi o tema do MG Cultura de hoje no MGTV primeira edição.  Matéria que ilustra a dramática e cômica vida dos carecas. Mas não podemos deixar de lembrar que o valor de um homem está em seu coração, nas suas atitudes e no seu carater e não em seus cabelos ou na sua aparência.


O espetáculo infantil O Rei Careca, além de ter sido indicado a onze categorias do Prêmio Usiminas Sinparc, venceu o prêmio de melhor atriz coadjuvante e foi avaliado com 4 estrelas na revista VejaBH.
O Rei Careca é um espetáculo envolvente que agrada tanto às crianças quanto aos pais. E para 2013 já está com a agenda bastante cheia, diz o produtor Davi Castro afirmando que durante o ano realiza inúmeras apresentações para escolas e viaja por toda Minas Gerais com apresentações que já lhe renderam muitos prêmios e reconhecimento.

É muito bom ter a oportunidade de assistir um espetáculo rico no cenário, na direção, no figurino e no texto. O Rei Careca é uma produção impecável.

Seja para sua escola ou para sua cidade, contrate o espetáculo O Rei Careca entrando em contato com o email oreicareca@gmail.com e reserve uma melhor data para você.

No link abaixo assista a matéria da Globo feita com O Rei Careca.
http://goo.gl/HfBnU


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Escrevendo Um Projeto Cultural

Escrever um projeto sólido, adequá-lo às leis de incentivo, preencher planilhas, o caminho para a obtenção de financiamento para a realização de uma iniciativa cultural pede preparação e requer constante busca por conhecimento por parte do profissional da cultura. Em conversa com Alessandra Trindade, professora da Escola São Paulo de Economia Criativa e consultora em planejamento e implementação de políticas culturais, levantamos alguns pontos importantes que devem ser observados pelos produtores culturais ao redigir seus projetos.

Acesso – Que elementos chave um proponente precisa observar ao planejar dar forma a um projeto cultural?

Alessandra Trindade – Para formatar um projeto cultural o proponente precisa saber exatamente o que ele quer fazer, isto é, ter muito claro e definido o que é o projeto e qual a estrutura necessária para realizá-lo. E quando falo estrutura, tanto pode ser o material quanto os profissionais especializados em determinadas funções.

Por exemplo, ao formatar um projeto teatral, é importante que o proponente inclua a mídia desse projeto, pois a divulgação é fundamental para garantir público às apresentações que serão realizadas. Já vi casos em que o proponente concebe um projeto e, ao fazer o orçamento e considerar alto o valor final, corta itens fundamentais para a boa realização do projeto. Claro que alguns itens podem ser conseguidos por apoios, parcerias, mas não há garantias de que isso será conseguido, por isso o ideal é contemplar tudo na planilha de custos.

Acesso – A planilha é um dos pontos que mais geram dúvidas?

A. T. – Um projeto cultural que é encaminhado para aprovação nas leis de incentivo à cultura deve constar todos os itens. Caso não tenha itens importantes para a realização do projeto na planilha orçamentária, o proponente deve explicar como esses itens serão conseguidos – apoios que já estão garantidos ao projeto. Um projeto “incompleto” irá gerar dúvidas no profissional que irá analisá-lo e isso poderá dificultar ou até mesmo inviabilizar sua aprovação na lei.

Uma boa equipe também é muito importante. Há produtores ou proponentes que são centralizadores e querem fazer tudo, até mesmo para diminuir custos. Se são capazes de fazer tudo o que estão se propondo, não tem problema. Mas, se não tiverem experiência em algumas funções, deleguem isso a quem sabe fazer bem feito. Um projeto cultural, assim como qualquer outro projeto, deve ter uma equipe competente e capaz de realiza-lo.

Acesso – E quanto à adequação às leis de incentivo?

A. T. – Para a aprovação nas leis de incentivo, é importante que o proponente conheça bem a lei. As leis tem suas diferenças e é importante conhecer bem a lei para a qual está sendo buscada a aprovação do projeto. Por exemplo, há diferenças entre o ProAC, a lei estadual de cultura de São Paulo, e a Lei Rouanet. Todas as leis estão disponíveis na internet para que os proponentes e produtores tenham acesso e possam inscrever seus projetos corretamente.

Acesso – Qual a importância de uma formação específica em produção cultural?

A. T. – Em qualquer área, seja cultural ou não, o conhecimento é muito importante. Os projetos devem ser tratados como um “negócio”. Ao abrir uma empresa eu devo conhecer bem o segmento que pretendo atuar; no segmento cultural é a mesma coisa. O produtor cultural ou proponente é um empresário e deve pensar como tal, seu “negócio” precisa ser sustentável. Assim como uma empresa precisa do lucro para continuar existindo, um projeto cultural precisa ser sustentável.

Acesso – O currículo do proponente influencia a decisão do investidor?

A. T. – Se analisarmos os patrocínios culturais por meio das leis de incentivo vemos que as empresas querem direcionar seus patrocínios a bons projetos. Afinal, ninguém quer vincular sua marca a algo que corra o risco de não dar certo. Os patrocinadores buscam projetos de produtores que realizaram ou participaram de projetos que deram certo. O “nome que está por trás do projeto” é uma das principais referências de um projeto cultural.

Acesso – Para você, falta uma base de conhecimentos mais sólida para os produtores e gestores em geral? Quais as implicações disso em um contexto de entusiasmo com a indústria criativa?

A. T. – Os produtores e gestores tem sentido a necessidade de estarem atualizados com o mercado e, na minha opinião, tem crescido a busca por conhecimentos. O entusiasmo com a chamada “indústria criativa” tem sido um alavancador dessa busca por conhecimento. E busca por conhecimento não é apenas um curso ou uma capacitação. Temos visto cada vez mais publicações especializadas e também os blogs, como espaço para discussão e troca de experiências, tem tido um papel importante. Ainda tem produtor que não se vê como um empresário da cultura, mas esse grupo tem diminuído. Hoje quem está buscando inserção na indústria criativa e na cultura como um dos ramos dessa indústria sabe da necessidade de adquirir conhecimentos e estar sempre atualizado.

Acesso – E qual sua avaliação quanto à acessibilidade e à transparência das políticas públicas de incentivo à cultura?

A. T. – Aumentou muito a transparência das políticas públicas de incentivo à cultura e o poder público tem disponibilizado ferramentas para que elas sejam cada vez mais acessíveis. O Ministério da Cultura, por exemplo, tem realizado capacitações por todo o país para que gestores ou produtores culturais das mais diversas regiões possam utilizar-se dos benefícios de incentivo à cultura.

Há uma corrente que ainda é contra as leis de incentivo à cultura – incluindo aí produtores e gestores culturais. Mas é importante destacar que após a implantação dessas leis, principalmente da Lei Rouanet, houve um crescimento no volume de projetos culturais e o aumento da oferta cultural demonstrou que a demanda estava reprimida. Hoje, a cultura tem sido discutida pelo poder público, empresários, artistas, empreendedores culturais e o cidadão brasileiro estão cada vez mais conscientes da importância da cultura.

sábado, 26 de janeiro de 2013

TEATRO PARA ESCOLAS "O REI CARECA"

Seja nas férias ou durante o período escolar o espetáculo infantil "O Rei Careca" vem arrancando gargalhadas da garotada. Esta semana foi a vez da colônia de férias do Sesi Minas, mas o produtor Davi Castro garante que durante o ano não falta motivos para alegrar a meninada.
Com apenas dois aninhos de idade o espetáculo "O Rei Careca" já se tornou um sucesso na opinião do público infantil e também dos papais.
O espetáculo está em cartaz na campanha de popularização, no teatro Sesi Minas sempre sábados e domingos às 16h30. E durante o ano permanece em cartaz nos teatros de Belo Horizonte e também fará apresentações  para escolas. Com uma agenda dessa o espetáculo está entre os dez mais assistidos de Belo Horizonte.






O Rei Careca Programa Revista BH News

Angélica Hodge entrevista Davi Castro, Gustavo Campos e Suellen Ogando sobre o espetáculo infantil "O rei careca". Em cartaz no teatro Sesi Minas sempre sábados e domingos às 16h30. Ingressos a R$12,00 na campanha de popularização do teatro e da dança de Belo Horizonte.
Para contratar o espetáculo "O Rei careca" entre em contato com o email oreicareca@gmail.com
O programa Revista BHNews vai ao ar de segunda a sexta-feira às 14h30 pelo canal 9 da NET ou pela internet, com transmissão simultânea: http://bhnews.tv.br
Reprises de segunda a sexta-feira às 9h e 21h.

domingo, 20 de janeiro de 2013

O Rei Careca Revista VejaBH

                                                                                        Com foto de Júlia Lanari.